O filme retrata a ascensão e queda Shakespeariana do homem que dirigiu um país africano muito bem sucedido, e que depois o arruinou. Mugabe foi condenado como terrorista, depois nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth, e 30 anos depois ainda está no poder. O filme explora o que aconteceu através de entrevistas com alguns dos seus camaradas mais próximos. Reúne uma colecção única de arquivo da África Austral para evocar de forma vigorosa cada uma das décadas do reinado de Mugabe.

Simon Bright é um director e produtor zimbabweano. Ele produziu dois filmes de ficção seleccionados para o Festival de Cannes: Flame e Bintou. Ele começou a trabalhar no novo Zimbabwe para o Ministério da Agricultura fazendo programas de formação de vídeo e rádio. Durante a década de 80, ele criou a Zimmedia juntamente com Ingrid Sinclair para fazer filmes de combate à propaganda política e militar da África do Sul. Em 1991, ganhou um prémio no Fespaco em Burkina Faso com o filme “Mbira music”. As suas produções exploram a diversidade da cultura, história e meio ambiente africanos, com a série de drama pan-Africano, Mama África, celebrando o poder de contar histórias de seis mulheres africanas escritoras / directoras.

The film charts the Shakespearean rise and fall of the man who led a very successful African country, and then ruined it. Mugabe was damned as a terrorist, then knighted by Queen Elizabeth, and is still in power more than 30 years later. The film explores what happened through interviews with some of his closest comrades. It assembles a unique collection of Southern African archive to powerfully evoke each of the decades of Mugabe’s reign.

Simon Bright is a Zimbabwean director and producer. He has produced two fiction films selected for the Cannes film Festival: “Flame” and “Bintou”. He began working in the new Zimbabwe for the Ministry of Agriculture making training video and radio programmes. During the 1980’s he established Zimmedia together with Ingrid Sinclair to make films combating the political and military propaganda of South Africa. In 1991 he won a prize at Fespaco in Burkina Faso for the film “Mbira music”. His productions explore the diversity of African culture, history and environment, with the pan-African drama series, “Mama Africa”, celebrating the story-telling power of six of Africa’s women writer/directors. Simon Bright has built up a reputation for making films that share his commitment 

Simon Bright, 2010, Zimbabwe / África do Sul, 82’

Este filme está na mostra do 6ºDOCKANEMA, com a presença do realizador.